quarta-feira, 23 de julho de 2008

ENVELHECER É UM PRIVILÉGIO

Achei pertinente esse texto do Mario Quintana que me foi enviado pela querida amiga RIVANE PIMENTEL. Ele nos aproxima da morte com alegria. Na verdade, precisamos viver de tal modo que as lembranças do passado nos impulsione para o futuro com otimismo e com a certeza de uma vida melhor. É iminente não deixarmos de lado as coisas que desejamos fazer com intensidade no presente . O tempo não para.
"Nascer é uma possibilidade
Viver é um risco
Envelhecer é um privilégio"

Mario Quintana (Escritor)
"A vida são deveres que nós trouxemos para fazer em casa."
Quando se vê já são seis horas...
Quando se vê já é sexta-feira...
Quando se vê já é Natal...
Quando se vê já terminou o ano...
Quando se vê já não sabemos mais por onde andam nossos amigos.
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram-se 50 anos.
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado um dia, uma oportunidade, eu nem olhava o relógio,
seguiria sempre em frente, iria jogando pelo caminho a casca dourada e
inútil das horas.
Seguraria todos os meus amigos, que já não sei onde e como estão, e
diria:
Vocês são extremamente importantes para mim.
Seguraria o meu amor, que está, há muito, à minha frente, e diria:
Eu te amo.
Dessa forma, eu digo: não deixe de fazer algo que gosta devido à falta
de tempo.
Não deixe de ter alguém ao seu lado, ou de fazer algo, por puro medo de
ser feliz.
A única falta que terá será desse tempo que infelizmente não voltará.

domingo, 22 de junho de 2008

Minha homenagem a Lelia Andrade

Faleceu no dia 22 de junho de 2008 a grande amiga LELIA ANDRADE. Estivemos juntos o ano passado no mês de abril em sua casa em CANDEIAS - Jaboatão do Guararapes - Naquela ocasião fizemos planos para abrirmos uma casa de música para tocar chorinhos e atender a velha guarda de serestas...Lá, na oportunidade, estavam grandes músicos pernambucanos a exemplo do professor José Arimatéa (flautista) Roberto Valle(Jacózinho-bandolinista)Miltinho (violão 7 e voz), Chico Nunes (cantor). Também estavam presentes amigos e personalidades politicas que apoiavam nossa idéia musical. Uma das amigas presentes, nossa amiga em comum LUCIA me enviou esse poema de Santo Agostinho que faço questão de trancrevê-lo abaixo:

Homenagem ao sétimo dia
da nossa amiga Lélia!!!!!

A MORTE NÃO É NADA
(Sto.Agostinho)

"A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.

Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.

Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.

Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.

Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.

Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.

A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?

Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho...

Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua, linda e bela
como sempre foi."

Minha homenagem

Lelia Andrade ! nos encontraremos lá em cima e continuaremos nossos projetos musicais e grandes conversas como sempre tivemos. Começamos há muitos anos no ICQ e varamos muitas madrugadas sempre buscando exaltar nossa pernambucanidade e sempre defendemos a música e as tradições do nosso Estado. Quero deixar meus sentimentos a tôda família especialmente a seu filho JAIME por quem tenho grande estima e consideração.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Morre o intelectual ARTUR DA TÁVOLA

Faleceu no dia 03.05.2008 o jornalista e escritor respeitado ARTUR DA TÁVOLA (psedônimo). Escreveu colunas em vários jornais, entre eles, o "Globo", "O Dia", "Jornal do Commercio", e publicou 23 livros. Também dirigiu publicações da editora Bloch. Teve programas de música clássica e brasileira no rádio. Artur da Távola apresentou ainda crônicas diárias no programa Plantão da Madrugada, da rádio CBN. Por último, dirigia a Rádio Roquette Pinto, no Rio. Em 2001, ocupou o cargo de secretário municipal de Cultura do Rio.

Carreira política teve início no movimento estudantil
Nascido no Rio de Janeiro, em 3 de janeiro de 1936, filho de Paulo de Deus Moretzsohn Monteiro de Barros e de Magdalena Koff Monteiro de Barros, formou-se em 1959 em direito pela PUC do Rio. Durante o curso universitário, participou do movimento estudantil.

Em 1965, especializou-se em educação, pelo Centro Latino-americano de Formación de Especialistas en Educación (CLAFEE). Entre 1957 e 1960, trabalhou como produtor de programas educativos da Rádio MEC.

Em 1960, ainda usando seu nome de batismo, Paulo Alberto Monteiro de Barros foi eleito deputado constituinte no recém-criado estado da Guanabara, pelo PTN. Em 1962, foi eleito novamente deputado estadual, ingressando no PTB. A atuação parlamentar foi marcada pela oposição ao então governador Carlos Lacerda, da UDN.

Na volta do exílio, passou a usar o pseudônimo
Teve o mandato e os direitos políticos cassados durante o regime militar, exilando-se na Bolívia e no Chile. Em 1968, a convite do jornalista Samuel Wainer, começou a escrever uma coluna sobre televisão no jornal "Última Hora", do Rio. Decidiu assinar seus artigos com o pseudônimo de Artur da Távola - numa homenagem ao rei Artur da Távola Redonda. A partir de 1972, começou a escrever para a coluna sobre televisão para o Segundo Caderno do "Globo".

Foi o deputado do PMDB mais votado do Rio em 1986, sendo eleito deputado constituinte. Logo em seguida, deixou de escrever para "O Globo". Na Constituinte, defendeu alterações na legislação reguladora das concessões de canais de TV, para facilitar a criação de emissoras vinculadas à sociedade civil. Ainda durante os trabalhos da Assembléia Constituinte, integrou a dissidência que deixou o PMDB para fundar o PSDB, sendo escolhido líder do novo partido na Constituinte.

Senador eleito pelo PSDB em 1994, em agosto de 1999, Artur da Távola anunciou o desligamento da legenda. Na ocasião, dissera que o partido e o governo de Fernando Henrique tinham abandonado os princípios da social-democracia para assumir uma feição conservadora.

Gostava de acompanhar campeonatos de boxe, que serviam, segundo ele, para compensar sua falta de agressividade no cotidiano. Dizia ser um homem dócil, no perfil sonoro, autobiográfico ,concluiu que 'estava permanentemente em obras e que se ajustava a cada desafio da vida'.

Fonte: O GLOBO

terça-feira, 15 de abril de 2008

RENATA FRONZI

Morreu na tarde desta terça-feira (15), aos 82 anos, a atriz Renata Fronzi. Ela estava internada há um mês no Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e foi vítima de falência múltipla de órgãos em decorrência de diabetes.
Em primeiro lugar quero apresentar minhas condolências a família e a todos que como eu somos e sempre seremos fãs da grande artista.´No entanto, faz-se necessário comentar sobre a grande ilusão que se tem na vida sobre a fama. Na verdade, o sucesso rir para nós quando somos jovens e rir de nós quando envelhecemos. Nas décadas de 50 e 60 Renata era como é hoje a Juliana Paes . Renata era uma vedete de corpo lindo, uma talentosa bailarina, atriz e comediante. Sucesso, talento e beleza não lhe faltava assim como a maravilhosa Juliana de hoje. Não entendo como na sua velhice venha a morrer em um hospital público de poucos recursos e como comenta Eva Todor em estado de esquecimento e ouso dizer por pressentimento, em estado de abandono. Não estou culpando ninguém. Meu comentário é para que isso nos sirva de exemplo, para olhar como se comporta o mundo moderno na tal globalização. Ainda bem que nossa essência não está aqui na terra. Confio em DEUS e peço para que ELE acolha Renata Fronzi e lhe dê a verdadeira dimensão a que estamos destinados. Renata Fronzi foi casada com CESAR LADEIRA, grande radialista falecido há anos atrás. Que se encontrem no Céu.

sábado, 5 de abril de 2008

CHARLTON HESTON

Charlton Heston, nome artístico de John Charles Carter, (Evanston, 4 de outubro de 1923 — Beverly Hills, 5 de Abril de 2008[1][2][3]) foi um ator norte-americano notabilizado no cinema por papéis heróicos em superproduções da época de ouro de Hollywood, como Moisés de Os Dez Mandamentos, Judah Ben-Hur de Ben-Hur e o lendário cavaleiro espanhol El Cid no filme homônimo.

Nascido no estado de Illinois, viu seus pais se divorciarem quando tinha dez anos; com o segundo casamento de sua mãe com Chester Heston, a família se mudou para um subúrbio de Chicago e ele adotou o nome do padrasto. Na escola secundária, Charlton se envolveu com a cadeira de artes dramáticas e teve um resultado tão bom que recebeu uma bolsa em drama para cursar a universidade.

Em 1944 ele deixou os estudos e se alistou na força aérea do exército, onde serviu como operador de rádio de bombardeiros B-25 nas Ilhas Aleutas durante a Segunda Guerra Mundial, atingindo a patente de sargento e onde se casou com uma colega de faculdade.

Após a guerra, o casal voltou para Nova Iorque onde ele iniciou uma carreira de ator em teatro e começou a aparecer em papéis históricos como Macbeth e Marco Antônio & Cleópatra. Já usando o prenome de Charlton, ele fez seu primeiro papel no cinema em Dark City, em 1950, recebendo reconhecimento por sua atuação e chamando a atenção para seu porte.

O grande ator faleceu em sua residência de Beverly Hills, em Los Angeles. Sofria desde 2002 de uma doença degenerativa com sintomas similares aos do Mal de Alzheimer.

Cabe notar, que Charlton Heston,ganhou um prêmio Oscar por seu papel em "Ben Hur" (1959. Com seu físico imponente, Heston interpretou heróis clássicos e grandes personagens históricos, como Michelangelo e Júlio César. O ator ganhou notoriedade no cinema graças a sua interpretação de Moisés em "Os Dez Mandamentos" (1956), de Cecil B. Mille.

Heston, um dos ícones do cinema em Hollywood, também ficou conhecido como um defensor da posse de armas.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

OLINDA - PATRIMONIO DA HUMANIDADE - DOM HELDER CAMARA

Hoje estive na SÉ e visitei o túmulo de Dom Helder Câmara(O DOM DA PAZ), que faleceu em 1999... A paz do interior da Igreja e a beleza do túmulo me fizeram muito bem ...Tudo isso aconteceu após ter comido uma tapioca de côco no Alto da Sé e contemplar a vista panorâmica de Olinda e Recife. Um lugar incomum, único e magestoso.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

A morte - Segundo Augusto dos Anjos

" Tome Dr. esta tesoura e corte,
A minha singularissima pessoa,
O que me importa que a bicharada roa,
Todo meu coração depois da morte... "

Essa é a consciência de que a matéria não vale nada na concepção do poeta Augusto dos Anjos.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

José de Alencar - Nosso Vice-Presidente

Hoje pela manhã fui surpreendido com a noticia sobre o estado de saúde do Sua Excia. José de Alencar. Na verdade, ele retirou pela segunda vez um tumor abdominal. Nota-se claramente que a doença prossegue. Ele apareceu na TV e falou sobre o novo pacote de impostos pós CPMF. Preciso e calmo nosso Vice Presidente falou que não se pode tratar as coisas com remendos, ou seja o novo pacote trata de tapar o sol com a peneira e que a solução é tratar com responsabilidade a questão tributária. Permita-me Sr.Vice Presidente a advertí-lo sobre sua saúde. Sei que está sendo assistido pela medicina mas, em se tratando de CANCÊR os profissionais geralmente seguem estatísticas(remendos). CANCER, dizem os médicos mais sensatos é a doença de DEUS nunca se sabe exatamente o que vai acontecer. O Senhor sabe exatamente que tipo de CANCER tem ? Os médicos lhe disseram claramente qual é o tipo ? Qual o tipo determinado pelas biopses ? Isso de saber sobre o tipo não é remendo ... Uma pessoa lúcida como o Senhor tem o direito de saber o que tem exatamente. O Pais precisa de pessoas lúcidas como o Senhor que fala e diz que não gosta de remendos. Como CANCER é a doença de DEUS sei que ELE fará o que achar melhor para o Senhor. Cuidado com remendos. Na Medicina, assim como na Politíca, têm muitos.

domingo, 6 de janeiro de 2008

Um dia maravilhoso

Foi lindo e gostoso o dia hoje...Estivemos na praia de manhã no Bar do Clóvis। A noite estivemos em Olinda nas ladeiras, na multidão, nas prévias do carnaval...ritmos variados, frevo com orquestra e passistas coloridas nas ruas, maracatu, samba, tambores rufando, gente bonita de todas as idades percorrendo as ruas históricas, uma alegria contagiante। Estivemos o dia todo com um casal amigo, tanto na praia como em Olinda. Jocélio e Rivane. Ótimas companhias. É muito bonita a nossa amizade. Já tem algum tempo que passamos juntos o verão no nordeste. Também passamos com eles o Natal e o Reveillon.Apesar de tudo não deixei de pensar na morte. Me acostumei a pensar nela diariamente, sem nenhum medo ou constrangimento. Acho até que esses pensamentos diários me fortalecem. Seria um mecanismo de defesa? acho que não, mecanismos de defesa atuam diante da possibilidade real mas esses pensamentos já fazem parte de meu cotidiano e me sinto mais feliz assim. Ah ! a noite ao voltar de Olinda telefonei para minha filha Luciana, pois hoje é seu aniversário, e pelo que tudo indica me dará um neto ou neta no próximo mês de julho. Vejam: Nascer e Morrer, tudo faz parte da vida.

sábado, 5 de janeiro de 2008

Comprar a Vida - Tam Huyen Van

A Vida não pode ser comprada. E a Morte definitiva, – este assustador conceito associado ao terrível fim, ao imenso vazio – esta, acredite, apenas ocorrerá com aqueles que nunca souberam enxergar além de si mesmos.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Se eu morresse amanhã de manhã - Antonio Maria

Sobre a música de Antonio Maria que serve de fundo desse blogger há uma interpretação que acho interessante. Cabe notar, que o Autor não teme a morte. Apenas queixa-se de uma vida sem importancia, sem que seja lembrado. Acho, que as pessoas não temem a morte mas sim passar pela vida e não ter um significado. E qual seria esse significado ? para si ou para os outros ? Não seria apenas cultural desejarmos sermos importantes para os outros ? Não seria melhor sermos importantes para DEUS ?

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Falar ou escrever sobre a morte

É sempre estranho escrever ou falar sobre a morte, especialmente nos tempos modernos onde se valoriza muito as coisas materiais e principalmente a globalização.
A maioria dos jovens são poupados do enfrentamento dessa realidade que ocorre todos os dias, as vezes até em massa. Não velamos mais nossos mortos em casa e as crianças, bem como nossos adolescentes, não acompanham sequer as cerimônias fúnebres. É como se não existissem cemitérios, crematórios, capelas etc. Assim,vê-se claramente que " A morte de uma pessoa é uma tragédia; a de milhões, uma estatística." A televisão e noticiários fazem da morte um instrumento de IBOPE. Morrem 200 no acidente da TAM, mais tantos no metrô de São Paulo, mais outros tantos de bala perdida no Rio de Janeiro, não sei mais quantos nos sucessivos ataques nas guerras seja no Paquistão, na Palestina, no Iraque e agora muito mais no Quênia.As noticias de morte aparecem a toda hora. É um massacre de informações que passam sucessivamente e que a maioria das pessoas engolem mais não fazem a digestão. Meu propósito nesse blog é fazer a digestão da morte. Tratá-la em toda sua extensão. Há quem diga que mastigar a morte todos os dias é morrer muitas vezes. Existe até adágios consagrados como este " É mais fácil suportar a morte sem pensar nela do que suportar o pensamento da morte sem morrer. (Blaise Pascal)Discordo. Na verdade, pensar na morte não é uma trajédia, pode se tornar um ponto de equilibrio para suportarmnos os trancos da vida. Como poderíamos reagir diante de uma noticia sobre termos uma doença fatal ? como seria melhor ? preparados para a morte ou totalmente despreparados ? reflitam.!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Rubem Alves

Dizem as escrituras sagradas:
"Para tudo há o seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer".
A morte e a vida não são contrárias. São irmãs. A "reverência pela vida" exige que sejamos sábios para permitir que a morte chegue quando a vida deseja ir. Cheguei a sugerir uma nova especialidade médica, simétrica à obstetrícia: a "morienterapia", o cuidado com os que estão morrendo. A missão da morienterapia seria cuidar da vida que se prepara para partir. Cuidar para que ela seja mansa, sem dores e cercada de amigos, longe de UTIs. Já encontrei a padroeira para essa nova especialidade: a "Pietà" de Michelangelo, com o Cristo morto nos seus braços. Nos braços daquela mãe o morrer deixa de causar medo.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Meu pensamento

* O homem fraco teme a morte, o desgraçado a chama; o valente a procura. Só o sensato a espera. (Benjamin Franklin)

É isso. Me sinto sensato a espera da morte. Procuro me fortalecer a cada dia para o inevitável. Acho, que devemos nos preparar para a morte assim como devemos nos preparar para a aposentadoria, ou seja; para que não cheguemos a nova etapa sem rumo.

Minhas convicções religiosas, enraizadas desde a infância, minha formação em um Colégio Diocesano (Católico)) sob a direção do inesquecível Mons. Adelmar da Mota Valença, os exemplos de minha avó Ignês Lins Cavalcanti bem como as experiências vividas até o momento, me trazem uma bagagem refletida de que é preciso voltar-me para esse enfoque, reservando diariamente um certo tempo de reflexão e análise sem perder o gosto por essa vida.

Faço isso verdadeiramente, entendendo a morte como uma benção. Com efeito, há de existir um mundo muito melhor que este, onde não se tenha mêdo, que não haja mudança de tempo nem limitação de espaço.